TJ/RJ pretende julgar todos os processos ajuizados no ano de 2006

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Luiz Zveiter, se reuniu,  no, dia 9, com os juízes gestores que ainda não cumpriram a Meta 2 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), segundo a qual o Poder Judiciário do país deveria julgar até o fim de 2009 todos os processos distribuídos até dezembro de 2005. O objetivo do encontro foi traçar um plano de ação destacando as normas a serem adotadas para que a meta seja cumprida em sua integralidade e preparar para que os processos ajuizados em 2006 sejam julgados ainda este ano.

 O juiz auxiliar da Presidência Fábio Porto lembrou que o TJRJ já cumpriu 85% da medida de nivelamento implantada pelo CNJ. No início de 2009, o Tribunal de Justiça do Rio contava com 906.831 processos ajuizados até 2005 ainda pendentes de julgamento. Em janeiro de 2010, o Judiciário fluminense já havia julgado 772.659, o que significa um aumento de 59% em sua produtividade. O TJ do Rio foi o tribunal que mais julgou processos relativos à Meta 2 em 2009, sendo o responsável por 30% dos feitos julgados em todos os tribunais do país.

 “Das 10 metas que o CNJ traçou, a única que o Tribunal de Justiça do Rio ainda não cumpriu em sua integralidade foi a Meta 2”, destacou o magistrado.

 O presidente do TJRJ apresentou uma série de projetos para que a Meta 2 seja concluída o quanto antes e logo se comece a trabalhar para que sejam julgados todos os processos distribuídos no ano de 2006. Além disso, o desembargador informou os investimentos que estão sendo feitos na área da informática do Tribunal e nos projetos que serão implementados, entre eles a reposição de funcionários através de novas convocações e a possível realização de concurso para os cargos de nível superior, como oficiais de justiça, comissários, psicólogos e também para magistrados. “Hoje temos cerca de 130 vagas para juízes o que representa um ônus para os atuais magistrados que precisam acumular mais de uma vara”, ressaltou o desembargador Luiz Zveiter.

 A reunião foi transmitida por videoconferência para os outros Núcleos Regionais do Estado. Todos os magistrados tiveram a oportunidade de fazer sugestões e tirar dúvidas relacionadas às dificuldades de cada serventia.

 

 

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